A presença de conteúdos imaginários, simbólicos e míticos na cultura pop não é apenas um “revestimento” estético das narrativas, mas um modo de organizar experiências e produzir inteligibilidade social: são imagens-força, arquétipos, rituais de pertencimento, valores e promessas de sentido que atravessam personagens, gêneros, fandoms, memes, estéticas, trilhas sonoras e até performances públicas. Estudar cientificamente esses fenômenos é decisivo porque eles atuam como operadores culturais que modelam percepções, afetos e identidades, além de orientar práticas de consumo, disputas de legitimidade e processos de engajamento em ambientes sociotécnicos.
Alberto C. Augusto Klein
Amanda Agnello Silva
Ana Clara de Sá Gaspar
Arthur Augusto Schön Lima
Aryovaldo de Castro Azevedo Junior
Ayla Pinheiro Gomes
Bruno B. P. Lopes
Celso Morais Vasconcelos Lopez
Clara B. Alencar
Danilo Ramos
Diego Santos do Canto Friedrich
Éverly Pegoraro
Fábio Sadao Nakagawa
Gabriel Dell’Agnolo Busarello
Gabriel Maia
Giovanna Puccinelli Alencar
Guilherme Deliberali Thomazini
Gustavo Cesar Pereira
Hertz Wendell de Camargo
Ivan Chaves Coêlho
Jeffer Rodríguez Torres
João Emerson da Costa
Julia de Mira Amorim
Laura Giordani Marques
Leandro de Oliveira Bessa
Leonardo Alexsander Lessa
Letícia Salem Herrmann Lima
Marcella Cordeiro Martins
Marcia Costa Meyer
Maria Clara Agnello Silva Matheus
Mario Abel Bressan Júnior
Matheus Fernandes
Mauricio Barth
Mércia Alves
Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira
Pablo Iury Dias Thomasi
Rafaeli Francini Lunkes Carvalho
Raphael Moroz Teixeira
Rayra Carlos
Rodrigues Antunes de Queiroz
Rosival A. de Oliveira
Taiana Loise Bubniak
Tales Vinicius Lourenço
Thiago Mendanha do Nascimento
Yasmin Lenhardt do Carmo
